domingo, 28 de setembro de 2008

Dizem das coisas bonitas
milhares de lendas infantins
no meio do mistério
de um estrada, de um vilarejo
supos a vida ser feita
feito doce
e de nada ter o gosto
azedo e amargo
é toda agridoce
Dizia a menina
tudo ser possibilidade,
seria mais uma apenas
se direita ou esquerda
se sorte ou azar
o que me encontra
em cada encontro
é o que faz prosa
e desenrola a história
e termina a poesia
relembrando a memória
de coisas perdidas
dizendo o coração
em dia de chuva
ser todo emoção!


Marina

sábado, 20 de setembro de 2008

Gosto não se discute.

Hoje eu fiz um café para mim. Estava um pouco amargo. Pensei " vou beber meio amargo mesmo, nem é tão ruim e tanta gente gosta"... Não consegui terminar a xícara. Gosto de café DOCE.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Sexta a noite.

A vida é uma grande piada ( sem graça). Sabe aqueles dias que você acorda com preguiça das pessoas, da cidade, da rua, do pão, do espelho, das roupas. Hoje quando eu acordei pra ir na faculdade eu nem estava completamente desanimado. Mas a perspectiva de ter que escolher alguma roupa pra usar, me derrubou. Não falo das roupas em si. Mas da iniciativa de vestí-las e ter que ficar pensando nisso. É um saco. Acho que agente fica tão preso aos pensamentos alheios. Aqueles pessoas 'foda-se' tudo em certo aspecto são as que mais sofrem. Carregar nas costas 'eu não to nem aí' é bem díficil. Além de, teoricamente, nada atingí-los existe uma cobrança interna para que isso se mantenha exteriormente. Mesmo que algo magoe e machuque a 'armadura' tem que ser mantida intacta. A força de um choro muitas vezes é maior que a de um foda-se. A exposição de sentimentos é um tabu pra muitos. O que acaba se confundindo com humilhação e fragilidade. O que cai naquela velha preocupação de construção de imagem. Todos nós, de certa forma, tentamos construir uma imagem que nos favorece, baseada naqueles príncipios pessoais (ou não). E pra construir algo, necessariamente, tem que haver uma escolha. Pensando assim, será que escolhemos ser o que somos? Fica a pergunta no ar ( homenagem a Dani, Luisa e Rafael) hehe.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Volta dos que não foram

Perdão pelo título clichê, mas não achei outro melhor...
Resolvemos reabilitar o blog "baladas nada românticas" enquanto Pedro e eu conversávamos sobre nossa vasta produção artística!
Bom, eu até poderia escrever uma volta mais badalada e romantica até, mas como esse blog não tem nada disso e tem uma pizza me esperando vai ficar só isso mesmo, esperem o proximo post, com certeza vai estar mais frizante...
Beijinhos
Marina *
e pra finalizar uma musiquinha que estavámos comentando sobre
Coisas da vida (rita lee)


Quando a lua apareceu ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída
Depois que eu envelhecer ninguém precisa mais me dizer
Como é estranho ser humano nessas horas de partida
É o fim da picada, depois da estrada começa uma grande avenida
No fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída
São coisas da vida
E a gente se olha, e não sabe
Se vai ou se fica
Qual é a moral? qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada prá dizer, por isso digo
Que eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora prá morrer, por isso sonho

Ah, ah, ah, são coisas da vida
Ah, ah, ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica,
Ah,ah..Ah, ah, ah, são coisas da vida