Banal e Fútil
Pega um refri, senta aí
assisti comigo novela
não e cult, mas é arte
Fala do vizinho,
qual foi a última do bairro?
Dizem por aí
Dieckmann, Piovani e Pelé
Colcci em liquidação...
Umas roupas lindas da antiga coleção
Já viu a nova Hugo Boss?
Página social...
menina veja só,
Ela pegou ele com o Freitas Campos
logo um médico, tão conceituado
É... Ela bebia muito!
Você soube da notícia?
A Carminha tá cobrando 20 pé e 20 mão
Louro acobreado ficaria ótimo em você...
Hoje tem palestra
Novos rumos socioeconomicos das nações latinoamericanas
no contexto neoliberal vigente, vamos?
Ô...
(Marina Martins)
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Ode ao café.
Tomei um café.
Dois ou três, quem sabe...
E abri meu olhos.
Não antes.
Mas depois.
E depois do depois vem sempre
aquela sensação do café.
Vesti minhas roupas
as mesmas.
E porque não?
Andei um pouco e me cansei
Que chatisse.
Precisava de mais café.
Uma explosão de cafeína.
Quem sabe injetável?
Quem sabe inalável?
Ascendi dois cigarros.
Uma pra mim. Outro pro café.
Café que é café fuma um cigarro junto.
Fiquei sem ar.
Mas continunei andando.
A loira fala coisas estranhas.
Mas que no final fazem mais sentido
que tomar café...
Ou não.
Porque procurar sentidos?
Se no final do dia, ou melhor, no começo
Eu sempre começo com café.
Tomei um livro.
Li um café.
Tentei pelo menos.
Porque é tão difícil tomar um livro?
Porque é tão difícil ler um café?
Café faz bem pra saúde.
E eu, saúdavel como sou tomo café.
Não tanto quanto gostaria
Café é caro. E quente.
Tem café frio?
Tem.
Ahh, então não quero!
Tem café amargo?
Tem.
Então não quero?
Como quer então?
Quero quente, doce, e forte.
Não precisa ser três corações.
Pode ser um mesmo.
Se com um já é difícil, imagina com três?
Dois ou três, quem sabe...
E abri meu olhos.
Não antes.
Mas depois.
E depois do depois vem sempre
aquela sensação do café.
Vesti minhas roupas
as mesmas.
E porque não?
Andei um pouco e me cansei
Que chatisse.
Precisava de mais café.
Uma explosão de cafeína.
Quem sabe injetável?
Quem sabe inalável?
Ascendi dois cigarros.
Uma pra mim. Outro pro café.
Café que é café fuma um cigarro junto.
Fiquei sem ar.
Mas continunei andando.
A loira fala coisas estranhas.
Mas que no final fazem mais sentido
que tomar café...
Ou não.
Porque procurar sentidos?
Se no final do dia, ou melhor, no começo
Eu sempre começo com café.
Tomei um livro.
Li um café.
Tentei pelo menos.
Porque é tão difícil tomar um livro?
Porque é tão difícil ler um café?
Café faz bem pra saúde.
E eu, saúdavel como sou tomo café.
Não tanto quanto gostaria
Café é caro. E quente.
Tem café frio?
Tem.
Ahh, então não quero!
Tem café amargo?
Tem.
Então não quero?
Como quer então?
Quero quente, doce, e forte.
Não precisa ser três corações.
Pode ser um mesmo.
Se com um já é difícil, imagina com três?
domingo, 28 de setembro de 2008
Dizem das coisas bonitas
milhares de lendas infantins
no meio do mistério
de um estrada, de um vilarejo
supos a vida ser feita
feito doce
e de nada ter o gosto
azedo e amargo
é toda agridoce
Dizia a menina
tudo ser possibilidade,
seria mais uma apenas
se direita ou esquerda
se sorte ou azar
o que me encontra
em cada encontro
é o que faz prosa
e desenrola a história
e termina a poesia
relembrando a memória
de coisas perdidas
dizendo o coração
em dia de chuva
ser todo emoção!
Marina
milhares de lendas infantins
no meio do mistério
de um estrada, de um vilarejo
supos a vida ser feita
feito doce
e de nada ter o gosto
azedo e amargo
é toda agridoce
Dizia a menina
tudo ser possibilidade,
seria mais uma apenas
se direita ou esquerda
se sorte ou azar
o que me encontra
em cada encontro
é o que faz prosa
e desenrola a história
e termina a poesia
relembrando a memória
de coisas perdidas
dizendo o coração
em dia de chuva
ser todo emoção!
Marina
sábado, 20 de setembro de 2008
Gosto não se discute.
Hoje eu fiz um café para mim. Estava um pouco amargo. Pensei " vou beber meio amargo mesmo, nem é tão ruim e tanta gente gosta"... Não consegui terminar a xícara. Gosto de café DOCE.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Sexta a noite.
A vida é uma grande piada ( sem graça). Sabe aqueles dias que você acorda com preguiça das pessoas, da cidade, da rua, do pão, do espelho, das roupas. Hoje quando eu acordei pra ir na faculdade eu nem estava completamente desanimado. Mas a perspectiva de ter que escolher alguma roupa pra usar, me derrubou. Não falo das roupas em si. Mas da iniciativa de vestí-las e ter que ficar pensando nisso. É um saco. Acho que agente fica tão preso aos pensamentos alheios. Aqueles pessoas 'foda-se' tudo em certo aspecto são as que mais sofrem. Carregar nas costas 'eu não to nem aí' é bem díficil. Além de, teoricamente, nada atingí-los existe uma cobrança interna para que isso se mantenha exteriormente. Mesmo que algo magoe e machuque a 'armadura' tem que ser mantida intacta. A força de um choro muitas vezes é maior que a de um foda-se. A exposição de sentimentos é um tabu pra muitos. O que acaba se confundindo com humilhação e fragilidade. O que cai naquela velha preocupação de construção de imagem. Todos nós, de certa forma, tentamos construir uma imagem que nos favorece, baseada naqueles príncipios pessoais (ou não). E pra construir algo, necessariamente, tem que haver uma escolha. Pensando assim, será que escolhemos ser o que somos? Fica a pergunta no ar ( homenagem a Dani, Luisa e Rafael) hehe.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Volta dos que não foram
Perdão pelo título clichê, mas não achei outro melhor...
Resolvemos reabilitar o blog "baladas nada românticas" enquanto Pedro e eu conversávamos sobre nossa vasta produção artística!
Bom, eu até poderia escrever uma volta mais badalada e romantica até, mas como esse blog não tem nada disso e tem uma pizza me esperando vai ficar só isso mesmo, esperem o proximo post, com certeza vai estar mais frizante...
Beijinhos
Marina *
e pra finalizar uma musiquinha que estavámos comentando sobre
Coisas da vida (rita lee)
Quando a lua apareceu ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída
Depois que eu envelhecer ninguém precisa mais me dizer
Como é estranho ser humano nessas horas de partida
É o fim da picada, depois da estrada começa uma grande avenida
No fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída
São coisas da vida
E a gente se olha, e não sabe
Se vai ou se fica
Qual é a moral? qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada prá dizer, por isso digo
Que eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora prá morrer, por isso sonho
Ah, ah, ah, são coisas da vida
Ah, ah, ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica,
Ah,ah..Ah, ah, ah, são coisas da vida
Resolvemos reabilitar o blog "baladas nada românticas" enquanto Pedro e eu conversávamos sobre nossa vasta produção artística!
Bom, eu até poderia escrever uma volta mais badalada e romantica até, mas como esse blog não tem nada disso e tem uma pizza me esperando vai ficar só isso mesmo, esperem o proximo post, com certeza vai estar mais frizante...
Beijinhos
Marina *
e pra finalizar uma musiquinha que estavámos comentando sobre
Coisas da vida (rita lee)
Quando a lua apareceu ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída
Depois que eu envelhecer ninguém precisa mais me dizer
Como é estranho ser humano nessas horas de partida
É o fim da picada, depois da estrada começa uma grande avenida
No fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída
São coisas da vida
E a gente se olha, e não sabe
Se vai ou se fica
Qual é a moral? qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada prá dizer, por isso digo
Que eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora prá morrer, por isso sonho
Ah, ah, ah, são coisas da vida
Ah, ah, ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica,
Ah,ah..Ah, ah, ah, são coisas da vida
domingo, 22 de junho de 2008
SOL>

Hoje eu acordei querendo ver o sol
Acordei tarde, acordei sóbrio
Acordei com vontade de não acordar.
Mas eu queria ver o sol.
Me levantei, dei alguns passos.
Meu pé estava frio. Meu corpo quente.
Meu rosto suado.
E cansado. De que?
Queria ver o sol. E sentir o sol.
Mas ele estava tão longe.
Estava tão quente.
Tão amarelo.
Talvez amanha eu veja o sol.
Talvez amanha eu sinta o sol.
Quem sabe...
quinta-feira, 17 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Buraco
O sabor amargo da derrota
invade a minha boca
recobre a minha face
desliza sobre a minha alma
como um doce veneno
que corrói aos poucos
deliciando assim
cada segundo de dor
e ódio que inundam
as minhas veias .
O dia nublado
os sonhos partidos
as rosas murchas na janela
o sangue que escorre
imagens fugazes
por vezes vorazes
me devoram em um delicioso
banquete macabro.
E as palavras
um dia amigas me traíram
eu me traí.
Me enterrei em um buraco mal cavado
Afinal, estava com preguiça de cavar direito.
invade a minha boca
recobre a minha face
desliza sobre a minha alma
como um doce veneno
que corrói aos poucos
deliciando assim
cada segundo de dor
e ódio que inundam
as minhas veias .
O dia nublado
os sonhos partidos
as rosas murchas na janela
o sangue que escorre
imagens fugazes
por vezes vorazes
me devoram em um delicioso
banquete macabro.
E as palavras
um dia amigas me traíram
eu me traí.
Me enterrei em um buraco mal cavado
Afinal, estava com preguiça de cavar direito.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Sangue
Vejo no meu sangue a dor de uma vida
Vejo nele os reflexos do seu rosto
Que se confundem com o desespero
Estampado a ferro e fogo em minha alma
E a minha palidez, ora fugaz
Hoje se tornou doença, fome, sede
Se tornou fuga e dor
Se tornou máscara de um sorriso
Máscara que cobre meu rosto
Coberto de cicatrizes
Cansado de carregar a maior dor do mundo
Pequena demais pra você.
Vejo nele os reflexos do seu rosto
Que se confundem com o desespero
Estampado a ferro e fogo em minha alma
E a minha palidez, ora fugaz
Hoje se tornou doença, fome, sede
Se tornou fuga e dor
Se tornou máscara de um sorriso
Máscara que cobre meu rosto
Coberto de cicatrizes
Cansado de carregar a maior dor do mundo
Pequena demais pra você.
Começo.
Tudo começa do começo. E o nosso blog também.
Quando a vida começa? Pra uns na infância, pra outros na adolescência, ou mesmo na vida adulta quando se atinje uma certa indepêndencia financeira. Ao mesmo tempo muitas pessoas pensam que a vida é uma eterna sucessão de começos e fins. Pensar em um começo é necessariamente pensar que há um fim. Pois um não existe sem o outro. E pra mim é isso que assusta a maioria das pessoas. Quando pergunto pra mim mesmo se tenho medo da morte, eu penso: Não tenho medo da morte, tenho medo de morrer antes de realizar meus sonhos. Mas será que um dia eu não terei mais sonhos e não mais medo de morrer?
E sempre tem aquele chato que diz viver a vida intensamente. Que diz sair pra todos os lugares, ir pra todas as festas, beijar todas as pessoas e etc...
Viver intensamente pra mim é fazer o que se tem vontade. Eu vivo intensamentemente na minha cama!
Quando a vida começa? Pra uns na infância, pra outros na adolescência, ou mesmo na vida adulta quando se atinje uma certa indepêndencia financeira. Ao mesmo tempo muitas pessoas pensam que a vida é uma eterna sucessão de começos e fins. Pensar em um começo é necessariamente pensar que há um fim. Pois um não existe sem o outro. E pra mim é isso que assusta a maioria das pessoas. Quando pergunto pra mim mesmo se tenho medo da morte, eu penso: Não tenho medo da morte, tenho medo de morrer antes de realizar meus sonhos. Mas será que um dia eu não terei mais sonhos e não mais medo de morrer?
E sempre tem aquele chato que diz viver a vida intensamente. Que diz sair pra todos os lugares, ir pra todas as festas, beijar todas as pessoas e etc...
Viver intensamente pra mim é fazer o que se tem vontade. Eu vivo intensamentemente na minha cama!
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